Relato de Vida

Quando escutamos ou lemos relatos sobre a experiência de quase-morte, em geral aparece neles a narrativa de que, na transição da vida para o mundo do além, vemos nossa vida, do nascimento à morte, como num filme tridimensional, em que estamos em cena e ao mesmo tempo assistimos, como nos sonhos. E todos dizem que o foco não é o que fizemos, e sim a repercussão nos outros do que fizemos, e que pequenos gestos podem se revelar mais importantes que grandes feitos. Isto é interessante e deve ser levado em consideração quando pensamos em escrever nossa autobiografia, ou seja, pensar na repercussão nos outros equivale a pensar no público leitor. Para quem se escreve: para quem lê ou para nós mesmos? Escrever para nós mesmos é válido e extremamente transformador e importante, porque...

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