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Carta aberta aos bolsonaristas

27 July 2020 | Nenhum comentário

Carta aberta aos bolsonaristas

Se você não é um dos chamados “olavistas”, e apoia o presidente Bolsonaro apenas porque o seu Governo vem concedendo a ajuda de R$ 600,00 mensais aos prejudicados pela pandemia de Covid 19, ou porque, como pequeno ou médio empresário, recebeste um empréstimo bancário com juros baixos, por conta da ação governamental, ou ainda porque, como religioso praticante, comunga da visão conservadora sobre as questões morais, convido a que reflita o que se segue. Mesmo que você considere que o fechamento da indústria e do comércio, por decisão de governadores e prefeitos, em função do enfrentamento da pandemia Covid 19, tenha sido a causa do colapso financeiro de muitas empresas e da crise econômica sem precedentes em nosso país, cabe lembrar que: é falso o dilema de crise econômica versus isolamento social pois, a gripe espanhola, no início do século XX, já demonstrara que as cidades que resguardaram quarentena, se recuperaram economicamente mais rapidamente do que aquelas que, por não terem se fechado, tiveram sua cadeia produtiva atingida por óbitos. O chamado “isolamento vertical”, defendido pelo presidente, é completamente impraticável, tanto é que não foi tentado em nenhum país do mundo. O modo correto de não fechar o comércio e, ao mesmo tempo, evitar o avanço da pandemia, é simples, bastaria testar massivamente, colocando em quarentena somente aqueles que testassem positivo. Mas o Governo Bolsonaro não fez isto. Só são testados os que pagam pelos testes, ou pacientes com sintomas, e não todos. O Governo pagou por milhões de doses de cloraquina, que estão estocadas, sem uso, já que sua aplicação não tem respaldo científico, enquanto medicamentos essenciais e necessários nas UTIs do país estão em falta, provocando mortes que poderiam ser evitadas. Depois de termos tidos dois ministros médicos no Ministério da Saúde, um que foi demitido e outro que se demitiu por discordarem do presidente, hoje temos o Ministério da Saúde dominado por militares que nada entendem de epidemias e que, simplesmente, seguem diretrizes da presidência para ações sem nenhum respaldo científico. O presidente afirmou que a Covid 19 era uma “gripezinha”, e o Governo teve, no Ministério da Cidadania, um médico que declarou que a pandemia no país não chegaria a produzir mil mortes. Mas já atingimos mais de oitenta mil mortos, apesar da subnotificação. O presidente Bolsonaro se elegeu sem debater suas ideias com os demais candidatos, mas fez inúmeras promessas de campanha, que vem descumprindo uma por uma. Prometeu cumprir e fazer cumprir a Constituição, mas contrariamente isso, tem acumulado crimes de responsabilidade por descumprimento da Constituição, ao apoiar atos antidemocráticos que pediam o fechamento do Congresso Nacional e do STF; por intervir na Polícia Federal; por ter sido eleito com ação comprovada de uma rede de fake news alavancada por robôs, e financiada ilegalmente por empresários seus apoiadores, sendo que, hoje, tal rede é comandada, com verba pública, desde dentro do Palácio do Planalto. Prometeu acabar com a reeleição, mas eleito voltou atrás, colocando-se como candidato à reeleição, além de se comportar mais como candidato que como presidente.   Prometeu “tolerância zero com a corrupção e os privilégios, mas quando no governo interviu na Polícia Federal para abafar investigações de crimes envolvendo os seus filhos, demitiu o ministro Moro que o denunciou, e fez a PF perseguir os seus inimigos políticos. Quando deputado...

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Amsterdã

26 July 2020 | Nenhum comentário

Amsterdã

Acrílico sobre tela, 78cm x 40cm

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Praga

26 July 2020 | Nenhum comentário

Praga

Acrílico sobre tela, 73cm x 50cm

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Florianópolis

26 July 2020 | Nenhum comentário

Florianópolis

Acrílico sobre tela, 30cm x 40cm

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Nu sobre sofá

26 July 2020 | Nenhum comentário

Nu sobre sofá

Acrílico sobre tela, 81cm x 50cm

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Autorretrato

26 July 2020 | Nenhum comentário

Autorretrato

Acrílico sobre tela, 30cm x 30cm

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Pandemia e Aprendizado

21 July 2020 | Nenhum comentário

Pandemia e Aprendizado

Muito vem se escrevendo e falando sobre a pandemia do covid-19, mas mais ainda se pode dizer. Alguns falam que o coronavírus nos ensinou que todos estamos no mesmo barco, ou melhor, mesmo planeta, e que somos iguais, porque ricos e pobres padecem com ele. Diz-se que num sistema de saúde (público e privado) em colapso, mesmo os ricos não conseguirão ser atendidos se o necessitarem, porque haverá superlotação nos hospitais e faltarão insumos médicos, pessoal e equipamentos. Porém, vejo um tanto diferente. O vírus obrigou-nos a nos distanciarmos uns dos outros, entretanto, o indicativo de evitar ajuntamentos e multidões se aplica diferentemente entre ricos e pobres. Favelados que vivem em barracos não conseguirão manter distância de seus familiares e vizinhos, e tampouco possuirão tecnologia de informação e entretenimento que lhes permitam enfrentar uma quarentena com um relativo conforto e não tédio. E como seus empregos, aqueles que os têm, são essenciais à sobrevivência, e exigem, em geral, presença física, a maioria dos pobres não conseguirá fazer quarentena, mesmo não trabalhando em serviços essenciais. De outro lado, os ricos, preocupados com os seus negócios, pensam em demitir parte de seus empregados, ou cortar metade de seus salários, ou sonegar impostos (quando o Estado mais precisa para ajudar os mais necessitados), pensando em si próprios, egoisticamente, mantendo seus olhares sem sensibilidade social. O nosso presidente é um exemplo de tal visão, ao prometer tomar metrô ou ônibus sem medo de se contaminar com o povo quando, na verdade, se ele se preocupasse realmente com o povo dar-se-ia conta de que o povo é quem pode se contaminar com ele. Mas cabe registrar que o Estado, mesmo sendo ideologicamente autoritário, de viés fascista, e extremamente liberal, se verá obrigado a dar uma guinada à esquerda e injetar recursos (mesmo inexistentes, com aumento do déficit, estourando o teto de gastos) para bancar a saúde pública, e fornecer auxílio aos desempregados, aos microempreendedores e às pequenas empresas. Isto sim, podemos creditar como um aprendizado do vírus: o importante são as pessoas, e os mais pobres e necessitados são sempre a máxima prioridade. Outro aprendizado do vírus se dá silenciosamente, que é a percepção de que podemos viver em sociedade de um modo diferente. Primeiro, sem tanto consumismo e ostentação, com mais simplicidade. Mas, principalmente, que não necessitamos tanto da nossa presença física em nossos empregos. Escolas passaram a dar aulas à distância, médicos foram autorizados a dar consultas pela internet, psicólogos já atendiam via aplicativos de comunicação, as vendas via web aumentaram 40% e o home office explodiu. Assim todos cresceram nos seus aprendizados de TI, já que tiveram de se adaptar a este mundo da comunicação virtual. E a cultura, presente em espetáculos de música, dança e teatro, foi disponibilizada gratuitamente em muitos canais de TV e na internet. Tudo isto veio para ficar: para que preciso viajar para me reunir se posso fazer isto de modo virtual? Outro aprendizado que fica é a questão do meio ambiente. Com menos gente nas ruas pássaros voltaram ao ambiente urbano, a água de Veneza tornou-se mais transparente, e menos poluição infestou o ar das grandes cidades. Seria maravilhoso se aprendêssemos a manter a natureza menos contaminada por nós e nossos dejetos. Tampouco vejo nos ensinamentos do vírus uma mensagem de união, porque se cresceram...

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Repensando o Budismo

17 July 2020 | Nenhum comentário

Repensando o Budismo

Desde a minha adolescência, em diferentes períodos de minha vida, estive em contato com o Budismo. Sempre pensei ser o Budismo a filosofia religiosa mais próxima de minha visão da vida e de mundo. Nunca me considerei budista, por não possuir as três joias (Buda, Dharma e Sangha), ou seja, seguir um Mestre, conhecer a doutrina e praticá-la junto a uma comunidade budista. E, apesar de conhecer o Dharma (a doutrina) em suas linhas básicas, nunca me associei a um Mestre, me entreguei a uma prática disciplinada ou me integrei a uma comunidade. Mas, mesmo assim, no meu coração me considerava budista. Porém, agora, vejo que tenho concepções distintas da visão budista em alguns aspectos, como se sentisse a necessidade de “modernizar” a doutrina ou mesmo de adaptá-la ao meu ponto de vista. Mas o Budismo é tão profundo que qualquer contestação a ele pode encontrar respaldo em sua própria doutrina. Por exemplo, dos quatro principais princípios do Budismo (dukkha = dor; anikka = impermanência; anatman = não-eu; e nirvana = iluminação) não tenho reparos apenas a dois. O primeiro princípio é também a primeira das 4 nobres verdades: tudo é dor, a origem da dor é o desejo, eliminando-se o desejo a dor termina. Não considero que “tudo é dor e sofrimento”, não creio que estamos neste mundo para sofrer e pagar karma. O Budismo considera como sofrimentos principais o nascimento, a velhice, a doença e a morte. Não lembramos do momento de nosso nascimento, mesmo que tenhamos o trauma de mesmo nome, portanto, nascer não é dolorido para o nascituro, ou melhor, mesmo sendo, não é um sofrimento digno de nota, já que se apaga logo. Um bebê recém nascido ainda não tem o cérebro desenvolvido a ponto de poder processar o acontecimento nascer e tornar-se um ser vivo no mundo externo, portanto, não logra “sofrer” o que não “entende”: só vivencia. A velhice tampouco é sinônimo de sofrimento. Hoje os velhos vivem mais e são mais saudáveis que antes, e pesquisas mostram que a terceira idade é, para muitos, a melhor idade, ou seja, no período em que estamos com os filhos criados, livres do lado escravizante do trabalho e com uma situação financeira mais confortável (considerando a classe média e alta). A terceira idade é um momento em que temos mais paz, pois controlamos mais nossos ímpetos e arroubos, nos inquietamos menos, pois temos mais sabedoria de vida; e podemos usufruir mais das chamadas “coisas boas da vida”. A doença é um sofrimento, aqui terei de concordar, porque muitos estados patológicos implicam em mal-estar, dor física, limitações, restrições e angústia psicológica. Mas hoje, com o avanço da medicina, a maior parte das doenças são tratáveis com sucesso, mesmo com procedimentos invasivos e dolorosos, como cirurgias. Portanto, tendemos a chegar a uma avançada idade com poucos períodos ou episódios de sofrimentos por doenças. Daí que o sofrimento por doenças é mais acentuado em pequenos períodos de tempo e em minorias, que em geral compreende os mais pobres, os azarados, os desleixados com o próprio corpo e com cuidados de saúde. Assim, as doenças não são, em geral, sozinhas, motivo para transformar a vida num inferno de dor e padecimentos, exceto para alguns. Por último, a morte, em si, não é um sofrimento, morrer sim, em geral...

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Ser ou Não-Ser

11 July 2020 | Nenhum comentário

Ser ou Não-Ser

  Vivemos sempre como se fôssemos o centro do universo. Nosso ego é algo que nos faz maus, porque somos egocêntricos e egoístas, o que nos faz considerar os outros como secundários. E quanto mais distância econômica, cultural e social, mais indiferentes ou avessos nos tornamos aos que nos são diferentes. Os que professam outras crenças, e ideologias, os que possuem outra opção sexual ou identidade de gênero, os que falam outras línguas ou nasceram com outra cor de pele, enfim, tudo e qualquer coisa nos afasta do outro, nos impedindo de sermos altruístas, desapegados e amorosos. O nosso ego dificulta em nós o sermos humildes, reverentes e gratos. E quando somos obrigados a prestar culto a algo, reconhecendo alguém maior que nós, tendemos a não saber fazer prostrações ou dobrar os joelhos. É claro que não nos cabe a submissão do escravo, afinal, amor próprio e uma boa autoestima podem não coexistirem com o egoísmo. Assim, vergar o ego supõe sabedoria para chegar ao reconhecimento sem submissão, à humildade sem fraqueza, e à gratidão por pura consciência da verdade. Mas se existimos nos supondo e sentindo o centro, isto não nos impede que a periferia nos afete. Afinal, tudo o que acontece pode nos afetar sem que logremos qualquer controle dos eventos. Mas, podemos ao menos controlar nossas crenças e reações, o que já nos permite um destino auto escolhido. Que mundo herdará as próximas gerações? O planeta realmente esgotará seus recursos? Uma guerra se espraiará até novamente abranger todas as nações e se tornar mundial? Que missão nos cabe diante das circunstâncias presentes? Às vezes penso, como os budistas, que viver é simples, basta respirar e estar atento a cada momento, sem desejos, aspirações ou pretensões absurdas. Ser feliz é estar vivo e saudável, de bem com o mundo, na sintonia dos outros e aberto às transformações da impermanência. Gostaria de apenas ser, sem o desgaste do bom ou do ruim, do certo e do errado. Ser como uma flor ou uma pedra, cujo sentido está em si, sem nenhum acréscimo. Quisera ser como se não fora, pois não-ser é a grande escolha, já que não percebemos que o universo não foi feito para nós, e que a verdade se esconde de nós enquanto múltipla e inacessível em sua...

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O EVANGELHO SEGUNDO JUDAS ISCARIOTES (e-book)

19 July 2019 | Nenhum comentário

O EVANGELHO SEGUNDO JUDAS ISCARIOTES (e-book)

O livro “O EVANGELHO SEGUNDO JUDAS ISCARIOTES” é um romance histórico inédito sobre um bispo da Igreja Católica que, como narrador da história, conta ter recebido manuscritos antigos para traduzir, encontrados por um arqueólogo amigo. Desdobra-se na narração a vida do bispo e do arqueólogo, com um enredo de suspense e de amor, em que os personagens se veem envolvidos em eventos históricos contemporâneos, como o 11 de setembro e o conflito israelense-palestino. Mas o forte da obra são os textos atribuídos a Judas: um Evangelho que narra a vida de Jesus sob o ponto de vista de Judas, uma Epístola em que Judas conta sua própria vida e um Apocalipse, todos compondo uma ficção muito próxima da provável verdade histórica. O livro é fruto de seis anos de pesquisa e contém muita informação sobre a Igreja, Jesus, sua doutrina, e questões atuais do Oriente Médio. Para comprar este livro CLIQUE AQUI LEIA UM TRECHO Eu sou Judas Iscariotes, aquele a quem chamam também de “traidor” e “diabo”. Mas não passo de um pobre infeliz: “Quem nunca pecou, que jogue a primeira pedra!” – disse o Mestre. Quem nunca avaliou mal e cometeu erros, me crucifique! Errei, provavelmente cometi o maior crime que alguém poderia perpetrar neste mundo: assassinar um Deus. E, como não poderia deixar de ser, padeço uma culpa de igual tamanho: infinita. Por que não logro sentir-me também eu um deus, um igual, capaz de não se arrepender e não ter remorsos? Talvez porque minha sina seja exatamente esta: ser a escória humana, o bandido supremo, o desprezo divino, a máxima malignidade possível. É já muito tarde para arrependimentos, os fatos já estão consumados, já sou, mesmo não querendo, aquele a quem todos atirarão no fogo maldizendo o nome. Já me tornei o que há de pior: o Flagelo de Deus. Mas, escrever-vos sobre o que sou e fui, sobre o que ocorreu, talvez seja a única forma possível de expiação e alívio, mesmo que insignificante diante da magnitude de minha culpa e arrependimento. Talvez eu possa mostrar-vos minha visão dos fatos, já sobejamente conhecidos, sob um ângulo completamente novo, de modo a que a compaixão e não a vingança, o perdão e não o ódio, seja despertado em vós. Afinal, as coisas não ocorreram exatamente como foram contadas. Ao menos dentro de mim, as senti sob um outro enfoque e sentido. E, certamente, vós vos espantareis com a profusão de detalhes faltantes, com a grande quantidade de fatos desconhecidos e de aspectos novos da doutrina e da vida do Mestre Jesus que sou capaz de trazer à luz sem esforço. Pois, não só fui um dos seus discípulos, como fui seu mais próximo e brilhante colaborador, uma espécie de conselheiro, e mais que isto, fui o único que ele chamou de amigo e irmão maior. “THE GOSPEL ACCORDING TO JUDAS ISCARIOT ” is an unedited historical romance (so far only published in Portuguese as an e-book through Amazon) which has as main character and narrator a bishop of the Catholic Church who translates and annotates texts from the times of Christ found by an archaeologist friend of his. The work is comprised of 2 books and 4 parts. The 1st Book is the bishop’s autobiography, with romance, drama, and suspense (theft, armed conflict and murder). It encompasses both his life and...

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Sobre a perda da verdade

3 July 2019 | Nenhum comentário

Sobre a perda da verdade

Em um mundo em que predomina a mentira, o ódio, os abismos sociais e a destruição da natureza, sobra pouco espaço para o otimismo. Não que não tenhamos avançado em muitos aspectos que nos faziam sorrir esperançosos, mas o fato de que os avanços venham encontrando recuos e retrocessos nos fazem franzir a testa, quando não chorar desesperados. Afinal, se não garantirmos melhoras para o futuro, em que mundo viverão nossos netos? É claro que o amor não é manchete e que a mídia propaga mais as notícias aterradoras. Mas a piora não é só na qualidade, como também na quantidade, a violência, a crueldade e o genocídio volta e meia se tornam corriqueiros. E no cotidiano tende cada vez mais a imperar a discriminação, o preconceito e o atraso. As ilhas conservadoras não se querem mais ilhas, querem impor sua agenda ao todo, como se uma minoria pudesse ser dona da verdade e querer faze-la universal. De outro lado, há uma deterioração clara dos valores que se julgava perenes, sem que novos valores possam substituí-los. Assim, é como se as instituições perdessem respaldo e a própria noção de poder e controle se esvaziassem. Daí que muitas vezes da crise brota o caos, sem que parâmetros fantásticos que embasam nossa civilização, como democracia, vontade livre do povo e organização da sociedade, perdessem significado. Votar deixou de ser um ato racional e livre, já que com as novas tecnologias de comunicação a falsidade e a manipulação da informação se tornaram a regra, como se crimes pudessem ser feitos à luz do dia, sem possibilidade de rastreamento e investigação, já que o acesso nacional e soberano às grandes empresas multinacionais inexiste, de nada adiantando o apelo de parlamentos e de vozes representativas no conjunto das nações. Tornou-se regra a manipulação estrangeira de eleições pseudo livres, segundo os interesses escusos de governos autoritários. Daí que, ser democrata e lúcido virou uma impotência manietada. Só com boa vontade e união de todos os ponderados poderemos esperar lograr avanços na manutenção dos valores civilizatórios e na recuperação de uma prática política sem vícios e sem ações deliberadamente criminosas. Afinal, se o povo não pode mais escolher livremente seu futuro e seus governantes, que poderemos esperar dos contextos em que estamos imersos, sem perspectivas de saída? Só nos cabe continuar investigando as ações escusas executadas nas sombras da internet, denunciando os crimes que são feitos em silêncio, trazendo à tona o que está acobertado, de modo a que possamos voltar a ter esperanças de um mundo melhor, e de um futuro feliz em que possam viver nossos...

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Paris Jardim de Luxemburgo

26 April 2020 | Nenhum comentário

Paris Jardim de Luxemburgo

Acrílico sobre tela, 29cm x 80cm

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